O canto daquela sereia
O rosto daquela beleza
Que me enfeitiçou
A boca daquela beldade
Os olhos que falam a verdade
Que me paralisaram
Que beleza estonteante
Que visão
Que beldade
Que me fascinou
Que jeito de ser
Que forma de pensar
Que só com uma palavra
Me fez delirar
Que sentimento fadado
Condenado a imortalidade
E aos contos de fadas
E finalmente, a morte
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